Mais um mês acabando e como de costume tenhu que postar algo certo ?!?!
Como não tive muito tempo para pensar em algo para este post, decidi recorer ao pai da sabedoria "GOOGLE" e por ura coincidência achei um vlog de um amigo meu que diz algumas coisas sobre minha cidade, e algo sobre a "moda EMO"....
E como estamos no mes da arvore, da natureza, do meiu ambiente e blablabla...
Um outro video sobre concientização do mesmo...
Wyll (LOKO)
Aqui estarao algumas coisas do meu cotidiano e da minha mente fertil... pensamentos, teorias, gostos...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Momentos
Hoje venho falar de um sentimento que é o mais lindo do mundo, e ao mesmo tempo é o que mais traz sofrimento.
O AMOR...
Dessa vez falarei sobre min, pois já coloquei aqui minha opinião sobre o que é o amor.
A quem não me conhece, ou a minha história, sou do tipo antigo, onde o mais importante é o afeto, onde tem que ter toda aquela “ladainha” para poder conquistar uma pessoa, não sou do tipo que chega puxando e beijando logo de primeira.
Aos poucos que sabem, eu até o presente momento só coloquei aliança em uma única mulher, uma ex-namorada, a única, aquela que me fez sentir o melhor homem do mundo, ela que me fez sentir tamanho sentimento, sentimento que pensei não existir em min, que também me fez sentir a pior de todas as dores.
Pois bem, como eu disse ela foi a única que me fez sentir assim, e nenhuma outra despertou em min tamanho sentimento.
Já havia esquecido como era amar alguém assim, amar de uma forma que nada importa mais para você, ninguém mais tinha graça, qualquer beleza era comum, todos e qualquer eram apenas mais um.
Venho a dizer que de um tempo pra cá, venho sentindo isto novamente, certa pessoa chamou a atenção do meu isolado coração, uma garota incomum pra min, com uma beleza superior a todas, com um jeito meigo de ser, tudo que é preciso para fazer um homem qualquer se apaixonar.
O que eu sinto por ela me fez lembrar o mesmo que eu senti pela única que dividiu uma aliança comigo, um sentimento tão forte que meu coração não conseguia acompanhar, algo que transpassou o meu trauma de amar.
Mas nem tudo são buquês de flores, pois hoje 22/05 fui “forçado” a revelar a ela oque eu sinto por ela, não expressei o quanto eu sinto, mais disse que gosto dela mais do que uma simples amiga, queria poder ter falado tudo oque sinto, mas não pude.
Por que oque me fez dizer a ela foi ela pedir para eu esperar, pois ela ia fica com um garoto que eu conhecia.
Naquele momento eu senti a pior dor que eu pude sentir, uma lagrima rolo do meu olho direito, e tudo que eu falei foi: - se você for eu irei embora.
Ela não foi, pois eu estava lá por causa dela, e pelas coisas que eu tinha falado.
Após terminar o evento onde estávamos, fui levar ela até uma parte em direção a casa dela, ao me despedir senti novamente aquela dor, a mesma que sinto neste exato momento, uma dor profunda, como se não houvesse chão, somente brasas em seus pés, como se seu coração fosse arrancado por entre os ossos do peito, minha vontade, me matar, me cortar o corpo para sentir outra dor que não sege esta que sinto, mas tudo que eu consigo fazer é chorar.
Sei que ela não tem culpa de eu sentir oque sinto por ela, isto não se escolhe, simplesmente se sente, mais não sei como será daqui para frente, pois sinto novamente a dor que fez com que meu mundo uma vez se fechasse, uma dor tão intensa que quem sobrevive perde a noção da vida, desde a ultima vez me tornei conhecido como loko, por não ter mais noção dos fatos, por não ter mais esperança de um amanham, por não ter mais uma autoestima.
Aos que me conhecem só peço que não intervenha, pois acho que isto é algo que devo passar sozinho, e aos que sofrem esta mesma dor que venho a sofrer novamente, desejo forças e que possamos sair disto como eu conseguir a primeira vez.
domingo, 24 de abril de 2011
Lagrimas de sangue
Novamente me pego neste mundo, nesta pele asquerosa, meus pés descalços e nus, sem vestígios de pele, se escorrendo a cada quadra deste tumulo, minha alma esta a quatro milhas, meu coração parado há 12 horas, minha vida há uma década e minha mente poluída resta os artifícios.
Vejo por entre brechas, fagulhas de um zoar, os gritos silenciosos da mãe noite, encoberto pela dança dos rosnar, mais de uma hora se passou e nada se compadeceu, antes eram as estrelas minhas irmãs, esperando o leite envenenado, agora sou a lua no céu vigiando pela morte, um caminho que retorno sempre a florir, mas logo fecho os olhos e o escuro se condena, da lavagem que nos resta, só o expurgo me alivia.
Na calada das trevas vejo seu olhar quente, calmo, louco, espreito e radiante, na minha face cicatrizes da batalha do almejar, na espinha a espada do meu sangue ecoando, de um olho uma lagrima, a ultima a cair, vermelha como a dor que vivo sempre e sempre, esta lagrima de sangue que toca nosso pai, o lar que nós matamos cinzas restaram.
Sinto o final, pois meu irmão já vem, pássaros despenam o ninho da folhagem, e foge ao mar os cardiais, faíscas amarelas me cortam a carne, volte outra hora, pois esta tarde, dormirei nesta lama hoje, meu sepulcro desformado, cala-te os ouvidos para ficar aqui sozinho.
Lagrimas de sangue, caídas ainda brotam a mais bela rosa, parente do sentimento que trouxe até aqui, te amo para sempre, escrito em minhas veias.
Seu nome ao lado meu!
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